O que é ser Indie?

novembro 22, 2008 at 1:30 pm Deixe um comentário

Bem… após algum tempo macaqueando a internet dos outros pra baiar discos de bandas completamente desconhecidas do público grosso, eu resolvi parar pra pensar: o que é ser Indie?

(pra quem não sabe, Indie é o termo que designa a produção cultural do “ciruito independente”, assim como os “adeptos” de tal circuito)

Esse questionamento também veio graças à um (ex?) amigo meu, que veio com uma ofensiva de eu ser supostamente “menos Indie” que ele, porque eu procurava bandas novas atráves de meios como a Rolling Stone,  que é nada mais nada menos que a revista mais conceituada  sobre musica e variedades do mundo.

Esse mesmo (ex?) amigo mandou eu “parar de ser otário” e procurar bandas novas no Orkut e no Google…

Isso me fez pensar duas coisas: 1) como meu (ex?) amigo é desocupado! 2) como ele é estupido! as informações mostradas pelo Google, são ainda mais massificadas  que as mostradas pela “revistinha”, e o Orkut não é nem um pouco diferente disso.

Mas, de volta ao questionamento: depois de muito pensar ( e rodar meus discos na madrugada), eu cheguei à (presunçosa) conclusão sobre meu “grau Indie”, e o “grau Indie” do meu (ex?) amigo.

Eu sou mais Indie que ele!!

Afinal, ser Indie não é só vestir as cores da turma, lotar o pc de mp3 de bandas Indie, torcer o nariz pras rádios (que hoje em dia só sabem tocar Akon, Chris Brown, e outros recalcados cantores de “Hip-Hop bonzinho”).

Ser Indie é amsi que isso! Os Indies pelo mundo são engajados (vide as novas tendencias do Glastonbury, Coachella e afins), são informados (basta ver as letras de algumas bandas, um pouco masi politizadas, e as entrevistas de boa parte dos cantores/musicos do cirtuito Indie mundial), são liberais dispostos a dar a cara a tapa para defender os direitos de seja quem for (basta ver, por exemplo [um tanto monocromático] a militancia GLS [ou Indiessexual] no meio Indie). Em suma, são pessoas engajadas e esclarecidas (em sua maioria).

Enquanto isso, meu (ex?) amigo tem o curioso habito de fazer cara de “natureza morta” quando algum tema político, ou além da música, entra em pauta (a Rolling Stone, a “revistinha” que ele tanto esculacha, em deixa a par de muita coisa além da música, e o que eu não sei por ela, eu sei porque corro atrás), não mexe uma palha para defnder uma causa, por mais que ele berre que “abraçou” a mesma, e lê tanto quando um vaso chines.

Alguma dúvida sobre a minha (presunçosa) conclusão?

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Alguns questionamentos pretensiosamente transcedentais

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